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Pé de Atleta

O pé-de-atleta é uma infecção fúngica da pele que afecta os seus pés,s endo uma condição muito comum e que pode afectar tanto os homens como as mulheres, mesmo as crianças. A infecção de pé-de-atleta não causa um perigo de vida, mas é sempre recomendado tratar do problema o mais rápido possível, para que a infecção não se propague e cause mais problemas.

A infecção do pé-de-atleta afecta na maior parte das vezes a pele entre os dedos dos pés, tornando-a vermelha, escamosa...

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Pé de atleta

Pé de atleta é uma designação curiosa que, tirada do contexto de infecções e comichões, até tinha potencial para ser algo de bom. Quem nunca tenha ouvido falar de pé de atleta pode até imaginar que se trata de um elogio relacionado com força, destreza ou agilidade, coisas típicas de atletas. No entanto, não é. Pé de atleta é uma micose, uma infecção dos pés, extremamente contagiosa e que deixa qualquer um à beira de um ataque de nervos. Trata-se de um problema que exige tratamento e que não pode ser visto com despreocupação sob pena de agravar e ser ainda mais custoso de resolver.

Mas, antes de falarmos de soluções, vamos perceber o que é o pé de atleta.

Micoses

A micose de pé é um dos principais ‘perigos’ de andar com os pés descalços. Trata-se, fundamentalmente de infeções da pele causadas por fungos, que parasitam as células da pele e da queratina das unhas e cabelo, e que sobrevivem em ambientes fechados, quentes e húmidos. Aparecem, por isso, quando as condições do meio se tornam ideais para que haja o desenvolvimento de fungos. Quais são estas condições? Um ambiente quente, húmido, fechado e escuro. Ambientes de eleição dos fungos, no geral. Ambientes proporcionados, por exemplo, por alguns calçados.

O nome micose de pé tem a sua origem na palavra mikos que significa precisamente fungo. Na verdade, qualquer infecção causada por fungos recebe o nome de micose.

Os fungos que infectam os pés são denominados dermatófitos. Estes fungos desenvolvem-se na pele de humanos e animais, através de estruturas filamentosas ramificadas e septadas (hifas). O conjunto das hifas vai constituir o chamado ‘micélio’, que se alimenta de queratina, uma proteína presente na superfície da pele. Por esta razão são também denominados fungos queratinofílicos.

A micose de pé tanto pode ser superficial, cutânea ou subcutânea sendo que as duas principais micoses de pé são o pé de atleta e a onicomicose.

Os fungos nos pés são bastantes comuns sendo que o contágio dá-se mais frequentemente em locais como piscinas ou balneários públicos ou ainda através da partilha de objectos ou toalhas infectadas.

O que é o pé de atleta?

O pé de atleta é um dos fungos nos pés mais frequentes. É muito comum entre desportistas mas isto não quer que dizer que os atletas sejam os únicos a sofrer com esta micose de pé. Aliás, trata-se de uma micose muito frequente entre a população, de todas as idades e géneros.

A infecção por pé de atleta pode acontecer em qualquer zona do pé mas é muito mais frequente entre as pregas dos dedos.

Por norma, associamos o pé de atleta a balneários públicos, ginásios ou piscinas mas a verdade é que existem outros factores que contribuem para o desenvolvimento de pé de atleta. Pés suados, mal lavados ou mal enxutos depois da natação, treino ou banho também são responsáveis no desenvolvimento da infecção. De igual modo, calçado mal arejado ou mal lavado pode também promover o desenvolvimento de pé de atleta. É uma doença contagiosa pelo que a transmissão se dá pelos esporos do fungo. No entanto, estes fungos nos pés que estão na origem do pé de atleta não são especialmente virulentos sendo neste caso a susceptibilidade individual muito mais importante.

O que é a Onicomicose?

A onicomicose é mais popularmente conhecida como micose da unha mas trata-se também de uma micose no sentido em que a infecção é, à semelhança do pé de atleta, causada por um fungo.

Os fungos responsáveis pela onicomicose são adquiridos em ambientes escuros e húmidos como balneários, chuveiros, ginásios e vestiários públicos, os meios propícios para o desenvolvimento e crescimento destes fungos. Nesse sentido, de forma a evitar o contágio com onicomicose o conselho é para ter alguns cuidados quando frequentar estes espaços, evitando, naturalmente permanecer descalços nestes locais.

No entanto, apenas o contacto com o fungo não costuma ser suficiente para que se desenvolva onicomicose. Habitualmente é também necessário que exista uma lesão prévia entre a unha e a pele de modo a que o fungo consiga penetrar entre estas duas estruturas e alí alojar-se, desenvolvendo depois a infecção da unha.

Os sintomas de onicomicose costumam ser muito mais estéticos do que clínicos. Habitualmente, as queixas de onicomicose estão mais relacionadas com o escurecimento e espessamento da unha - sendo estes sinais e sintomas muito comuns de onicomicose.

Grande parte da população sofre com onicomicose, sendo que uma percentagem mais larga de idosos padece desta infecção por fungos.

Causas

Os fungos dermatófitos que causam o pé de atleta mais frequentemente são os que pertencem aos géneros Trichophyton e Epidermophyton.

Estes fungos são extremamente contagiosos pelo que podem ser transmitidos através do contacto directo com uma pessoa infectada e ainda através do contacto com superfícies contaminadas como toalhas, tapetes, pisos e calçados. Meias e sapatos húmidos favorecem o crescimento dos fungos que causam a micose de pé pelo que deve ter muito cuidado com a limpeza dos seus sapatos.

As pessoas não tendem a adquirir imediatamente a infecção assim que contactam com o fungo. Existem, porém, factores que facilitam a contaminação e o crescimento dos fungos. Quando há uma fraqueza no sistema imunitário (uma ferida no local infectado, por exemplo) a instalação da infecção vai acontecer com muito mais facilidade do que em condições normais.

Tanto o pé de atleta como a onicomicose partilham os mesmos fatores de risco:

  • Andar descalço em espaços públicos e húmidos (balneários e piscinas, por exemplo);
  • Cortar as unhas ou “arranjar os pés” com alicates e tesouras infectadas;
  • Colocar os pés “de molho” em bacias de pedicure infectadas;
  • Má higiene dos pés e do calçado (meias e sapatos);
  • Secar mal os pés;
  • Calçado pouco ventilado;
  • Problemas de saúde (diabetes, problemas circulatórios, etc.).

Sintomas

Os sintomas de pé de atleta e onicomicose podem ser semelhantes sendo que os do pé de atleta tendem a ser mais exuberantes. O pé de atleta causa comichão, descamação, maceração, fissuras e mau odor. Mas não se deve coçar, pois há o risco de a infecção agravar-se já que em cima do fungo se desenvolvem bactérias.

Na grande maioria dos casos, o primeiro sintoma de pé de atleta começa com comichão que tende a ser muito irritante. Depois disso, começa a aparecer vermelhidão na zona afetada, depois a inflamação e mais tarde a descamação na pele. Segue-se a sensação constante de ardor e o incómodo, especialmente na região entre os dedos dos pés. Vai começar a notar que a pele da zona infectada fica esbranquiçada, seca, frágil e com gretas ou bolhas e pequenos movimentos são bastante dolorosos.

Habitualmente, o pé de atleta manifesta-se mais exuberantemente entre o quarto e o quinto dedo do pé podendo depois alastrar a todas as zonas do pé. Nestes casos, deve procurar imediatamente um tratamento para o pé de atleta, antes que seja tarde e tenha de fazer uma terapêutica mais agressiva.

Reveja a lista de todos os sintomas que podem ser causados por pé de atleta:

  • Comichão;
  • Vermelhidão;
  • Inflamação;
  • Descamação da pele;
  • Ardor;
  • Mau odor;
  • Fissuras;
  • Bolhas;
  • Pele frágil;
  • Pele esbranquiçada;

Tratamento

Ainda que nestes casos o melhor remédio seja a prevenção, o tratamento do pé de atleta e da onicomicose são semelhantes.

No que diz respeito à onicomicose, o tratamento deve ser prolongado e há que recorrer a medicamentos orais e tópicos*. O tratamento pode ser demorado mas é importante seguir o tratamento até ao fim sob pena de fazer com que o fungo nos pés volte a aparecer*.

No geral, a maioria das infecções micóticas da pele, à exceção das do couro cabeludo e das unhas, tratam-se com cremes antimicóticos, que necessitam de prescrição médica e que podem levar vários dias até fazerem efeito, mas não se deve interromper a sua aplicação.

No caso do pé de atleta, se a micose do pé for recente, pode escolher um antifúngico simples que poderá ser aplicado directamente sobre a pele. Se o tratamento do pé de atleta não estiver a ser eficaz terá de escolher um medicamento mais forte, receitado pelo médico.

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Procure estar atento aos sinais e faça um exame regular aos seus pés, principalmente na região entre os dedos dos pés. Lembre-se que quanto mais cedo detectar a infecção por pé de atleta mais rapidamente pode iniciar o tratamento e ver-se livre dos sintomas de micose no pé.

Cuidados

No que diz respeito ao pé de atleta, a prevenção é o melhor caminho mas sabemos que nem sempre é fácil. Se, por um lado, existem factores que pode controlar, por outro, não consegue controlar todos os ambientes em que se desloca. A melhor forma de prevenção do pé de atleta é adoptar hábitos de higiene adequados. Uma vez que os fungos responsáveis por esta infecção têm preferência por lugares escuros e húmidos, deve ter cuidados redobrados nestas ocasiões, tentando evitar o contacto directo com os fungos.

Desta forma, certifique-se que, após o banho a pele de todo o corpo, especialmente dos pés, fica absolutamente seca. Desta forma, evita a humidade que vai favorecer o crescimento e multiplicação dos fungos.

De igual modo, é essencial não usar roupa molhada ou transpirada durante longos períodos de tempo. Evite ainda roupas muito justas e muita atenção às escolhas de calçado. No verão, principalmente, evite sapatos fechados e procure, sempre que possível, calçado que permita que os pés apanhem ar. Evite a partilha de calçado e vestuário com outras pessoas uma vez que o fungo nos pés se transmite através de contacto directo. O mesmo se aplica ao hábito de andar descalço. Deve apenas fazê-lo em locais cuja limpeza e húmidade consiga controlar. Ainda no que diz respeito ao calçado, tenha especial atenção à lavagem. Os sapatos devem ser lavados com frequência, especialmente se tem tendência a desenvolver pé de atleta.

Há também cuidados a ter, dependendo da zona a tratar, que devem ser tidos em conta:

  • Lavar diariamente a zona afectada;
  • Secar muito bem, sem friccionar;
  • Usar toalhas diferentes para outras zonas do corpo;
  • Trocar diariamente de meias;
  • Cortar primeiro as unhas não infectadas e depois as infectadas;
  • Desinfectar bem o corta-unhas e o alicate.

Os cuidados também se estendem a ambientes onde o fungo costuma circular. Se for possível, evite locais como balnearios públicos, piscinas, banhos partilhados. Muitas pessoas queixam-se que usaram chinelos no banho, num balneário, mas que ainda assim ficaram com pé de atleta. O que muitos não se lembram é que os chinelos que normalmente usamos têm uma sola baixinha – a água corrente passa na mesma pelos pés. A recomendação vai no sentido de usar chinelos com uma sola mais alta. Quanto mais alta for a sola mais protegido estaremos.

Em casa, se tiver animais domésticos, importa vigiar, detetar e tratar alterações à pele e ao pêlo dos animais uma vez que os fungos também podem afetar os animais de estimação.